História: Idnir V. de Moraes

A D. Idnir tem um amor pela vida inspirador. Hoje ela tem 71 anos, mas descobriu um câncer aos 60 e, desde então, muitas vitórias foram alcançadas com tratamento, fé e muito amor da família. Hoje, você vai conhecer um pouco mais da história dela, da doença e de tudo o que foi mais importante para deixá-la bem.

Em 2006, nossa flor de lótus foi fazer um exame de rotina, sem sentir qualquer sinal de que algo poderia estar errado. Quando os resultados saíram, ela descobriu que tinha um nódulo nos seios, que já estava no grau 4. Isso aconteceu em novembro e, em abril, depois de algumas consultas e exames, ela fez a operação para remoção do nódulo e da mama.

Depois de 15 dias de cirurgia, ela começou a fazer quimioterapia, que durou 1 ano. Liberada e se recuperando, a D. Idnir teve outro susto: 1 ano e meio depois da última quimio, ela teve a notícia de que teve metástase óssea, quando as células cancerígenas entram nos vasos linfáticos e acometem tecidos de algumas partes do corpo.

Na tentativa de barrar a metástase, ela fez sessões de quimio e radioterapia. No caso dela, o câncer pegou a vértebra T12, responsável pelos movimentos do corpo. Por isso, a D. Idnir teve que usar um colete ortopédico durante 2 anos.

Mas, depois de alguns anos difíceis, ela ficou bem e a metástase controlada, agora só faz exames periódicos e tem acompanhamento médico.

Uma personagem muito importante no processo de tratamento foi a Carol, filha dela, que a acompanhou em todos os processos, desde os exames até a operação, se doando completamente ao tratamento da mãe. Hoje, nossa flor de lótus tem muito carinho ao falar da filha, que também conversou conosco e ajudou a mãe a se lembrar dos detalhes do tratamento.

A D. Idinir ainda passou por outro episódio envolvendo o câncer, dessa vez na pele, onde teve retirar uma parte da pele do rosto, fazendo um enxerto para preencher o local. Mais uma vez, deu tudo certo.

A fé e a família nunca deixaram a D. Idnir desistir do tratamento. Devota de Nossa Senhora de Fátima, ela afirma que nunca pensou no pior, sempre confiou que tudo daria certo e que ela passaria dessa fase.

Os filhos, o marido, os netos e os amigos foram o suporte que ela precisava para cada momento difícil do tratamento, da recuperação e na fase do uso do colete, que exigiu cuidados especiais que foram prestados, mais uma vez, pela filha Carol.

Viajar e aproveitar seu cantinho, em casa, são duas coisas que a D. Idnir ama fazer, enquanto curte os dias em casa, planeja seu próximo destino, com a alegria de quem quer aproveitar ao máximo o que a vida tem a oferecer.

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